CHAPÉU-DE-COURO

07/01/2020 22:58

Echinodorus grandiflorus (Cham. & Schltdl.) Micheli.

Echinodorus grandiflorus

Alismataceae


Sinonímias: Alisma floribundum Seub., Alisma grandiflorum Cham. & Schltdl., Echinodorus floribundus (Seub.) Seub., Echinodorus grandiflorus var. floribundus (Seub.) Micheli, Echinodorus argentinensis Rataj., Echinodorus grandiflorus (Cham. & Schltr.) Micheli subsp. grandiflorus.

Nomes populares:  Chapéu-de-couro, aguapé, chá-do-brejo, chá-mineiro, chá-de-campanha, erva-do-brejo, congonha-do-brejo, erva-do-pântano, cucharero, cucharón (ESP).

Origem ou Habitat: Nativa do Brasil (Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica).

Características botânicas:  Erva ou subarbusto de área alagada ou brejo, perene, acaule, rizomatoso, medindo de 1-2 m de altura; folhas simples, coriáceas, ovadas, grandes e eretas, com nervuras proeminentes, com pecíolos rígidos e longos de até 1,3 metros de comprimento; flores brancas, numerosas, dispostas em amplas panículas que se dispõem no ápice de longos pedúnculos que se originam diretamente do rizoma e sobressaem acima da folhagem.

Partes usadas: Folhas e raízes.

Uso popular:  O chá de suas folhas é um dos mais populares como diurético e depurativo do organismo. É usado como anti-reumático, em problemas do trato urinário. Externamente, no tratamento de problemas cutâneos, inclusive para tirar manchas da pele. Na forma de bochechos e gargarejos para afecções da garganta, estomatite e gengivite. Também pode ser usado em banhos de assento, duas ou três vezes ao dia, para tratamento de prostatite.

No Paraguai é utilizado como anti-hipertensivo.

No Vale do Ribeira (SP) é referido o uso da infusão das folhas para o tratamento de problemas renais e hepáticos, como sedativo, em dores de cabeça, de barriga, nas costas, além de gripes e resfriados e como anti-helmíntico (Ascaris lumbricoides). A decocção das folhas é usada como analgésica especialmente contra dores de cabeça.

As raízes maceradas são usadas externamente como cataplasma no tratamento de hérnias e como emplasto em casos de furúnculos, eczemas e dermatites.

Composição química:  Diterpenos (equinofilinas, equinodolideos, chapecoderinas); óleo essencial (fitol, E-cariofileno, a-humuleno e E-nerolidol); flavonóides; heterosídeos cardiotônicos; saponinas; taninos; alcalóides; sais minerais; derivados cumarínicos; iodo e resinas.

Ações farmacológicas: Alguns trabalhos de pesquisa com os extratos das folhas demonstraram efeitos anti-inflamatório, vasodilatador e anti-hipertensivos.

O extrato hidro-etanólico inibiu germes Gram negativos.

Os equinodorosídeos exercem efeito inotrópico positivo em corações de cobaias.

A planta possui atividade laxante não irritativa presumivelmente por sua ação colagoga e colerética.

Os alcalóides neutralizam enzimas presentes em venenos de algumas serpentes.

Os flavonóides seriam os responsáveis por seu efeito diurético e os taninos demonstraram efeitos protetores e antissépticos sobre mucosas inflamadas.

O conteúdo em iodo pode ser útil em zonas endêmicas de bócio.

Um estudo indicou que o extrato metanólico dos rizomas possui propriedades analgésicas sobre o sistema nervoso periférico e central, apresentando componentes com ação antinociceptiva e anti-inflamatória.(Dutra et al, 2006 apud Lídio Coradin et al. Brasília, MMA, 2011).

Interações medicamentosas: Evitar tomar o chá concomitante com outra medicação.

Efeitos adversos e/ou tóxicos: Estudos toxicológicos em animais com a espécie em questão não demonstraram evidências nocivas.

Por precaução, não deve ser usado cronicamente.

Foram observados efeitos tóxicos com o uso crônico na espécie Echinodorus macrophyllus (Kunth.) Micheli (Costa Lopes et al., 2000 apud Di Stasi, 2002).

Contra-indicações:  Nas doses adequadas é segura para uso em humanos. Por falta de maiores estudos evitar o uso em grávidas.

Posologia e modo de uso: Infusão: uma colher (sobremesa) do pó das folhas para cada xícara (chá) de água fervente. Tomar 1 xícara 2x ao dia.

Decocção: uma colher (sopa) folhas picadas para 1 xícara de água fria. Ferver por 3 minutos e abafar. Coar e tomar 1 xícara 2x ao dia.

Com o infuso mais concentrado pode ser feito uso externo, na forma de cataplasma e/ou emplasto. Com as raízes e rizomas faz-se um macerado para usar externamente.

Observações: Nas regiões Sudeste e Nordeste ocorre outra espécie Echinodorus macrophyllus (Kunth.) Micheli, com características e nomes populares muito semelhantes, inclusive utilizada para os mesmos usos medicinais do Echinodorus grandiflorus (Cham. & Schltdl.) Micheli.

Echinodorus grandiflorus (Cham. & Schltdl.) Micheli. é confundido com Sagitaria sp, suas flores são muito parecidas, porém as folhas são sagitadas enquanto no Echinodorus grandiflorus são ovadas.

O chapéu-de-couro (E. grandiflorus, juntamente com a erva-mate (Ilex paraguariensis) e o guaraná (Paullinia cupana), é utilizado pela indústria Mate Couro S/A desde 1948, como ingrediente de bebidas não alcoólicas..

 

Referências:
ALONSO, J. Tratado de Fitofármacos y Nutracéuticos. 1. ed. Rosario, Argentina: Corpus Libros, 2004.

DI STASI, L.C. et al., PLANTAS MEDICINAIS NA AMAZÔNIA E MATA ATLÂNTICA – ed. UNESP, SP,2002

LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2.ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008

Espécies nativas da flora brasileira – plantas para o futuro,Região Sul,/ Lídio Coradin et al. Brasília, MMA, 2011.

SIMÕES, C. M. O. Plantas da Medicina Popular do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: UFRGS, 1986.

PIMENTA, Daniel S.; FIGUEIREDO, Maria Raquel e KAPLAN, Maria Auxiliadora C.. Essential oil from two populations of Echinodorus grandiflorus (Cham. & Schltdl.) Micheli (Chapéu de couro). An. Acad. Bras. Ciênc. [online]. 2006, vol.78, n.4, pp. 623-628. ISSN 0001-3765. http://dx.doi.org/10.1590/S0001-37652006000400002.

Matias, L.Q., Sakuragui, C.M., Lopes, R.C. 2012. Alismataceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2012/FB015382) acesso em 23 de outubro de 2012.

http://apps.kew.org/wcsp/namedetail.do?name_id=305257 – acesso em 23 de outubro de 2012.

http://www.tropicos.org/Name/900075 – acesso em 23 de outubro de 2012.

Tags: AnalgésicoAnti-helmínticaanti-hipertisivoAnti-reumáticoDepurativoDermatiteDiuréticoEczemaEstomatiteFurúnculoGengiviteGripeResfriadoSedativo

CARAPIÁ ou CONTRA-ERVA

07/01/2020 22:00

Dorstenia brasiliensis  Lam.
Moraceae  


Sinonímias: Dorstenia brasiliensis var. guaranitica Chodat & Vischer, Dorstenia brasiliensis var. major Chodat & Hassl., Dorstenia brasiliensis var. palustris Hassl., Dorstenia brasiliensis var. tomentosa (Fisch. & C.A. Mey.) Hassl., Dorstenia brasiliensis var. tubicina (Ruiz & Pav.) Chodat & Vischer, Dorstenia montevidensis Miq., entre outras.  

Nomes populares:  Contra-erva, carapiá, carapá, cayapiá, conta-de-serpente, eiga-eiga, figueirilha. 

Origem ou Habitat: Nativa do Brasil. Segundo ALONSO (2004), é encontrada desde o México até Argentina, sendo muito comum em Montevidéo (Uruguay), Sul do Brasil, Paraguay, Noroeste e Nordeste da Argentina. 

Características botânicas:  Segundo ALONSO (2004): Erva perene, rosetada, medindo de 60-70 cm de altura, talo pequeno, raiz tuberosa simples ou ramificada, nodosa, medindo até 10 cm de extensão. Folhas inteiras ovado-cordadas com margens dentadas, medindo 8 cm de comprimento e 6 cm de largura, com a face superior áspera e a inferior pilosa, dispostas em espiral, formando uma roseta basal. Flores monóicas, diminutas, agrupadas sobre um receptáculo comum pedunculado plano, carnoso, medindo mais de 2 cm de espessura, comumente orbicular ou elíptico. 

Partes usadas:Rizomas (principalmente), e folhas. 

Uso popular:  No Brasil é usada para tratamento de febres, dismenorréia, atonia do aparelho digestivo, gastrite, disenteria, reumatismo, dermatite, como expectorante, tônico-estimulante, contra picadas de serpentes (emplastro com raiz fresca) e em diarreias crônicas. Na Argentina as folhas são usadas como febrífugo, diurético, emenagogo e abortivo. No Paraguai é empregada para controle de fertilidade. Na Guatemala como tônico-estimulante, febrífugo, emenagogo, antigripal e antidiarreico. No México contra sarampo, febre e tétano. 

Usada em cigarros de palha para acrescentar um sabor especial ao fumo. 

Composição química:  Triterpenóides (ácidos dorstênicos A e B) e furanocumarinas (bergapteno, bergaptol), cardenolídeo esteroidal (sinogenina), catequina, epicatequina e os ácidos benzóico, málico, cítrico e tartárico. 

Ações farmacológicas: Até o momento não foram realizados ensaios clínicos com esta planta, somente em animais de laboratório e testes in vitro. Algumas ações farmacológicas estudadas foram: atividade analgésica e anti-inflamatória.

Efeitos adversos e/ou tóxicos: Pode ocorrer foto-toxicidade devido as furanocumarinas através do contato com a pele.(Gruenwald J., 1998 apud Alonso, J., 2004). 

Contra-indicações:  Em vista de seu uso como abortivo é contraindicado para mulheres grávidas. 

Posologia e modo de uso: Decocção: 2g do rizoma em 150 ml de água. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia.. 

Observações: autor do binômio é Jean Baptiste Antoine Pierre de Monnet de Lamarck (1786).  

Existe outra espécie chamada de Dorstenia contrajerva L. nativa do México “toman el cocimiento de la raíz y hojas, junto con otras plantas, como contraveneno para la mordedura de víbora, de perro rabioso o cualquier intoxicación alimenticia.” Fonte: Biblioteca Digital de la Medicina Tradicional Mexicana.  

As frações solúveis em hexano dos rizomas ou das folhas de cinco espécies do gênero Dorstenia (Moraceae) (D. bahiensis Kl., D. bryoniifolia Mart ex. Miq., D. carautae C.C.Berg., D. cayapiaa Vell. e D. heringerii Car. & Val.) foram analisadas por GC-MS (cromatografia gasosa de alta resolução acoplada a espectrometria de massas). Foram identificados triterpenos pentacíclicos, esteróides e furocumarinas. GC-MS mostrou ser uma ferramenta valiosa para a análise dos terpenóides de Dorstenia spp. 

Estas substâncias podem estar ligadas à utilização tradicional de Dorstenia spp. como plantas anti-ofídicas.(JANETE et all.,1997)..
 

 

Referências:

ALONSO, J. Tratado de Fitofármacos y Nutracéuticos. 1. ed. Rosario, Argentina: Corpus Libros, 2004. 

JANETE H. Y. Vilegas a , Fernando M. Lanças ª*, Wagner Vilegas b , and Gilberto L. Pozetti b “Further Triterpenes, Steroids and Furocoumarins from Brazilian Medicinal Plants of Dorstenia genus (Moraceae)” – J. Braz. Chem. Soc. vol.8 no.5 São Paulo, 1997. Acesso 28 Março 2016. 

http://www.bihrmann.com/caudiciforms/subs/dor-bra-sub.asp – Acesso 22 MARÇO 2016. 

http://www.medicinatradicionalmexicana.unam.mx/monografia.php?l=3&t=Contrayerba&id=7352 – Acesso 28 Março 2016.  

http://www.flordocamponatural.com.br/chas/carapia.htm – Acesso 29 Março 2016.  http://www.tropicos.org/Name/21301596?tab=synonyms

Tags: AbortivoDermatiteDiarreiasDisenteriaDismenorreiaDiuréticoEmenagogoExpectoranteFebreGastriteReumatismo

CAMOMILA

05/01/2020 16:53

Matricaria recutita  L. 
Asteraceae (Compositae


Sinonímias: Matricaria chamomilla L., Chamomilla recutita (L.) Rauschert., Chamomilla vulgaris Gray, Chrysanthemum chamomilla (L.) Bernh., Chamomilla chamomilla (L.) Rydb. 

Nomes populares:  Camomila-alemã, maçanilha, matricária, camomila vulgar, camomila comum. 

Origem ou Habitat: Europa. 

Características botânicas:  Erva anual, glabra, ereta, muito ramificada, com até 0,5 m de altura. Folhas de 3 – 7 cm de comprimento, bi a tripinatissectas, alternas. Capítulos com flores de dois tipos, inseridas num receptáculo cônico, oco; flores marginais, brancas, zigomorfas, liguladas, femininas, curvadas para baixo no final da floração, flores centrais amarelas, tubulosas, hermafroditas, 5 estames. Fruto do tipo aquênio, com 3 – 5 costelas, truncado no ápice. 

Partes usadas:inflorescências. 

Uso popular:  O chá da camomila é usado para clareamento capilar. O processo se dá por meio de aplicações diárias do chá, embebido em algodão, diretamente na raiz do cabelo. Repete-se o processo diariamente até chegar à cor desejada. O clareamento ocorre naturalmente e o cabelo fixa nessa cor. 

Segundo as comunidades da Ilha o infuso das flores é usado internamente em cólicas infantis, menstruais e pós-parto. Também usado para distúrbios gastrointestinais e friagens em geral. 

As partes aéreas (folhas, flores e caules) são utilizadas sob a forma de decocto para fazer vir a menstruação e para as cólicas decorrentes dela. Batida com ovo é considerada um bom remédio contra a tosse e ainda contra cólicas abdominais; utilizadas também por mulheres no pós-parto. 

Segundo a literatura, internamente o infuso de camomila é usado nos distúrbios gastrointestinais e cólicas abdominais. Também são descritas ações carminativa , espasmolítica e sedativa . 

Externamente, a camomila é empregada em doenças da pele e mucosas em geral . Os banhos de assento são indicados para hemorróidas , alergias e para assaduras em crianças . Em dermatologia, são utilizadas pomadas e loções a base dos constituintes da camomila, as quais são recomendadas para dermatites de contato, impetigo, exantemas alérgicos, eritemas causados por radioterapia (pomada de azuleno), queimaduras do sol. 

Composição química:  Os capítulos florais de Matricaria recutita possuem de 0,3 – 1,5% de óleo essencial, cujos componentes principais são o chamazuleno, α-bisabolol, α-bisabolóxidos A, B e C, cis e transenin-dicicloeter (spiro-éter). Também é relatada a presença de diversas flavonas e flavonóis como apigenina, quercetina, rutina e luteolina, além das lactonas sesquiterpênicas matricina e matricarina. As cumarinas umbeliferona e herniarina, presentes nos extratos aquosos dos capítulos florais, assim como mucilagens também são relatadas na literatura para Matricaria recutita.  

  • Óleo essencial: α-bisabololcamazulenonerolidol, dentre outros. 
  • Sesquiterpenos:  α-Cubebene, α-copenhaeno, β-Elemene, dentre outros. 
  • Tipo álcool: Nerolidolespatulenolfarnesol, dentre outros. 
  • Tipo óxido: Óxido de bisabolol B, óxido de bisabolona, óxido de bisabolol A 
  • Lactonas sesquiterpenicas: Matricarina e matricína 
  • Flavonóides: Eupatilinaeupatoletinacrosseriolquercetina , luteolína, dentre outros. 
  • Cumarinas: Esculetinaisoscopoletinaherniarinaumbeliferona, dentre outras. 

Ações farmacológicas: As ações farmacológicas da camomila são devidas ao conjunto de diferentes substâncias presentes nesta planta. O efeito antiflogístico do (-)-α-bisabolol, do chamazuleno, bem como do spiro-éter têm ação antibacteriana e fungicida . Em animais de laboratório, o chamazulenio apresentou pronunciada atividade antiasmática e antialérgica. Os flavonóides da camomila-alemã apresentam efeito antiinflamatório local em uso tópico e também apresentam ação espasmolítica. 

Efeitos adversos e/ou tóxicos: São citados casos de reações alérgicas (dermatites) devido às flores de camomila . Segundo HAUSEN (1984), a Matricaria recutita é responsável por reações alérgicas, principalmente em indivíduos já sensibilizados com outras plantas da família das compostas, mil-folhas (Achillea milefolium) e crisântemo (reações cruzadas). Estas pessoas devem evitar o uso de preparações à base de camomila. 

Contra-indicações:  Se estiver usando camomila, evitar trabalhos perigosos ou dirigir; pode potencializar ansiolíticos.  Não usar durante a gravidez. 

Posologia e modo de uso: Para uso interno, é recomendado apenas o infuso, preparado com 1 a 2g (1 colher de sobremesa= ± 1,8g) de flores de camomila adicionadas em água fervente (250 ml) (BISSET, 1994), cobrir e deixar dez minutos em repouso. 

 


 

Referências:

BISSET, N. G. (Ed.). Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals. 4.ed. Stuttgart: Medpharm; Boca Raton: CRC Press, 1994.  

DUKE, J. CRC Handbook of Medicinal Herbs. Boca Raton: CRC Press, 1985.  

HANSEL, R.; HAAS, H. Therapie mit Phytopharma ka. Berlin: Springer, 1984.  

HAUSEN, B.M. AllergiepflanzenPflanzenallergene. Landsberg: Ecomed, 1984.  

HOPPE, H. A. Taschenbuch der Drogenkunde. Berlin: Walter de Gruyter, 1981.  

SCHAFFNER, W.; HÄFELFINGER, B.; ERNST, B. Heilpflanzen und ihre Drogen. Basel: Mosâik, 1992.  

SCHILCHER, H. Die Kamille In: SCHILCHER, H. Handbuch für ArzteApotheker und andere NaturwissenschaftlerSttutgartWissenschaftliche, 1987.  

TESKE, M.; TRENTINI, A. M. M. Compendio de fitoterapia. Curitiba: Herbarium Laboratório Botânico, 1994.  

TOMIC, Maja et al. Antihyperalgesic and Antiedematous Activities of Bisabolol-Oxides-Rich Matricaria Oil in a Rat Model of Inflammation. Phytotherapy Research, [s.l.], v. 28, n. 5, p.759-766, 27 ago. 2013. 

TYLER, V. E.; BRADY, L. R.; ROBBERS, J. E. Pharmacognosy. 9 ed. Philadelphia: Lea & Febiger, 1988. 

SHARIFI-RAD, Mehdi et al. Matricaria genus as a source of antimicrobial agents: From farm to pharmacy and food applications. Microbiological Research, [s.l.], v. 215, p.76-88, out. 2018. 

PETRONILHO, Sílvia et al. Sesquiterpenic composition of the inflorescences of Brazilian chamomile (Matricaria recutita L.): Impact of the agricultural practices. Industrial Crops And Products, [s.l.], v. 34, n. 3, p.1482-1490, nov. 2011. 

http://www.tropicos.org – Acesso em: 31 de março de 2012.

Tags: CarminativaCólicaDermatiteEritemaImpetigoMenstruaçãoSedativo