Cannabis e a gestação

28/04/2026 18:48

Fonte: Santacannabis (2024)

A popularização e as novas descobertas do uso da cannabis medicinal traz novas perspectivas sobre o uso terapêutico desta planta, porém, pode contribuir para uma falsa percepção de segurança, inclusive durante a gravidez. Esse assunto merece atenção, pois o uso de canabinoides durante a gestação ou a amamentação não é recomendado e não existem níveis seguros de exposição.

Muitas mulheres relatam o uso da maconha para aliviar náuseas, ansiedade, estresse, insônia ou falta de apetite, especialmente no primeiro trimestre de gestação. No entanto, a exposição do feto tetrahidrocanabinol (THC) e a outros fitocanabinoides, apresenta riscos ao desenvolvimento  do bebe, especialmente à parte neurológica. Isso ocorre pois o THC,  principal composto psicoativo da maconha, tem capacidade de atravessar a barreira placentária e ficar acumulado nos tecidos do feto, além disso, pode ser detectado no leite materno.

 

Mas como o feto ou o bebe podem ser afetados?                     

  • podem sofrer prejuízos em funções cognitivas, memória, atenção, impulsividade e funções executivas;
  • baixo peso ao nascer e restrição do crescimento fetal;
  • maior incidência de sintomas de ansiedade, depressão, hiperatividade e dificuldades comportamentais ao longo da infância;
  • dificuldade na formação fetal e risco de parto prematuro.

Portanto, não é recomendado o uso dessa planta na gravidez, sendo necessário acompanhamento médico para a escolha de uma melhor opção terapêutica. 

Referências

  1. SABER ATUALIZADO. Agências de saúde alertam: maconha não deve ser usada durante a gravidez e a lactação. Saber Atualizado, 2021. Disponível em: https://www.saberatualizado.com.br/2021/04/agencias-de-saude-alertam-maconha-nao.html. Acesso em: 29 dez. 2025.
  2. SABER ATUALIZADO. Fumo da maconha: lobo sob pele de cordeiro? Saber Atualizado, 2016. Disponível em: https://www.saberatualizado.com.br/2016/02/fumo-da-maconha-lobo-sob-pele-de.html. Acesso em: 29 dez. 2025.
  3. ARAÚJO, C. R. F. DE . et al.. Use of Medicinal Plants with Teratogenic and Abortive Effects by PregnantWomen in a City in Northeastern Brazil. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, v. 38, n. 3, p. 127–131, mar. 2016. 
  4. SARECKA-HUJAR, Beata; SZULC-MUSIOŁ, Beata. Herbal Medicines—Are They Effective and Safe during Pregnancy? Pharmaceutics, v. 14, n. 1, p. 171, 12 jan. 2022. 

Uso seguro de chás durante a gestação

28/04/2026 18:30

Uso seguro de chás durante a  gestação

Durante a gravidez, o corpo da mulher passa por mudanças profundas e o feto está em desenvolvimento contínuo, por isso, o uso de plantas medicinais (fitoterápicos) na forma de chás ou extratos nessa fase exige cautela, pois os organismos da mãe e do bebe estão diretamente interligados. 

O uso de plantas medicinais é frequentemente percebido como mais saudável e seguro em comparação aos medicamentos sintéticos convencionais, além de plantas serem muitas vezes mais acessíveis e com baixo custo, o que dá a impressão de que são uma boa opção para o tratamento de queixas comuns na gravidez: enjoos, ansiedade, constipação intestinal e sintomas de gripes e resfriados. 

Entretanto, o uso de plantas em geral não é recomendado durante a gravidez (especialmente durante o primeiro trimestre) e o aleitamento, devido ao desconhecimento científico (falta de evidências clínicas) em relação à segurança para bom desenvolvimento do embrião, do feto ou para o bebê após o nascimento. Muitas plantas possuem substancias quimicas que podem apresentar efeitos tóxicos, atrapalhar o desenvolvimento do embrião, provocar malformações ou até atuar como agentes abortivos. 

É preciso refletir sobre a ideia de que “natural é mais seguro”, pois nem sempre isso é verdade. Fazer o uso seguro e adequado de cada produto (seja planta ou medicamento) é essencial.

          A seguir, apresentamos algumas orientações para um uso consciente: 

  •  O uso de ervas precisa de cautela, pois substâncias quimicas presentes em plantas medicinais podem atingir o feto, principalmente, no primeiro trimestre de gestação.
  • Embora algumas espécies tenham evidências de segurança — como o gengibre para náuseas — a maior parte das plantas comumente usadas apresenta dados conflitantes ou insuficientes. Camomila, hortelã-pimenta, canela, funcho, arruda e boldo já foram associadas a risco de contrações uterinas, toxicidade hepática ou efeitos abortivos, sendo desaconselhadas especialmente no primeiro trimestre (Kiel, 2023).

Segundo Sarecka-Hujar, uma dose diária inferior a 1g de gengibre (meia colher de chá de gengibre em pó ou 1 colher de chá de gengibre cru ralado) pode auxiliar no alívio de náuseas e vômitos durante a gravidez. 

Os dados referentes ao uso de plantas medicinais são, frequentemente, heterogêneos (não são observadas conclusões claras a respeito do seu uso durante a gestação). São necessárias mais evidências para uma orientação de doses seguras para gestantes ou lactantes.

De acordo com um estudo transversal realizado pela Universidade Federal de Campina Grande, 30,9% das gestantes relataram o uso de ervas, como boldo, erva-doce, erva-cidreira, capim-cidreira, camomila, carqueja e hortelã-pimenta. Nesse estudo, com exceção da erva-cidreira, as demais plantas apresentavam sinais tóxicos ou contraindicação para gestantes segundo a Resolução SES/RJ N° 1757.

Portanto, deve-se ter cautela em relação ao uso de plantas medicinais e fitoterápicos, pois o fato de serem naturais não garante segurança. 

A recomendação geral para a comunidade é de que grávidas não devem fazer o uso de ervas medicinais sem conhecimento dos profissionais de saúde. Informe a equipe do pré-natal sobre o uso de chás ou fitoterápicos para prevenir riscos e assegurar o cuidado.  

Referências

  1. ARAÚJO, C. R. F. DE . et al.. Use of Medicinal Plants with Teratogenic and Abortive Effects by PregnantWomen in a City in Northeastern Brazil. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, v. 38, n. 3, p. 127–131, mar. 2016. 
  2. SARECKA-HUJAR, Beata; SZULC-MUSIOŁ, Beata. Herbal Medicines—Are They Effective and Safe during Pregnancy? Pharmaceutics, v. 14, n. 1, p. 171, 12 jan. 2022. 

TCC’s

17/05/2025 15:23

Inscrições Abertas para Oficinas de Valorização dos Saberes Indígenas sobre fibras e corantes

14/11/2024 15:58

Estão abertas as inscrições gratuitas para o primeiro módulo de oficinas formativas que promovem a valorização dos saberes indígenas ligados ao uso de plantas fibrosas e tintoriais da biodiversidade de Santa Catarina. Este projeto tem como objetivo resgatar e preservar conhecimentos tradicionais e espécies nativas essenciais para as comunidades indígenas catarinenses, celebrando a cultura e o artesanato indígena por meio de técnicas sustentáveis de tingimento natural de fibras.

As atividades serão conduzidas por Clarice de Souza Poty Pafe’i, indígena das etnias Guarani e Kaingang. Com profundo conhecimento sobre as plantas e suas aplicações, Clarice nos guiará em três módulos práticos e imersivos, onde será possível aprender e vivenciar o uso dessas espécies na criação de artefatos artesanais.

Inscrições abertas para o primeiro módulo:
📅 Datas disponíveis:                           Turma A  20/11/2024          Turma B 21/11/2024   Turma C  26/11/2024                                                    ⏰Horário: Das 14h às 18h

link para inscrição:  https://forms.gle/VEX6N57ZHCXGFoVz7

 

Clarice Poty Facilitadora da atividade pedagógica

 

 

 

ZEDOÁRIA

02/09/2024 12:53


Nome científico: Curcuma zedoaria 

Outros nomes populares: Falso-açafrão; açafrão-da-mancha. 

Família botânica: Zingiberaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Herbácea 

Parte comestível – método de preparo

     

Folha* – condimento 

Rizoma – condimento 

* eliminar a nervura central

🍃Identificação botânica: Lâminas foliares estreitamente ovaladas ou elípticas, 45-67 ‘ 15–22 cm. Inflorescências erectas, 11-23 ‘ 5–10 cm; brácteas do eixo principal esbranquiçadas proximalmente, verdes (brácteas proximais) ou cor-de-rosa (brácteas distais) distalmente; brácteas proximais ovadas a rectangulares, profundamente sacadas, 4–4,5 ‘ 4 cm, ápice obtuso ou truncado-apiculado; brácteas distais estreitamente ovadas, 8–9 ‘ 4–4,5 cm, ápice arredondado. Flores: perianto branco ou manchado de púrpura; estaminódios amarelo-pálido com uma faixa amarela no centro do labelo. (World Flora Online)

👨‍🍳Receitas: Conserva de cúrcuma, gengibre e zedoária (Hortas e Saberes)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: Curcuma zedoariafalso-açafrãopanczedoária

YACON

02/09/2024 12:51

Nome científico: Smallanthus sonchifolius 

Outros nomes populares: Batata-yacon; batata-do-diabético. 

Família botânica: Asteraceae 

Origem: Exótica

Hábito de crescimento: Subarbustiva 

Parte comestível – método de preparo

     

Raiz – in natura

🍃Identificação botânica: Ervas, perenes, 1-3 m de altura. Caules cilíndricos e ocos; parte subterrânea irregularmente ramificada, produzindo frequentemente tubérculos fusiformes com 100-200 mm e 30-80 mm de diâmetro. Folhas inferiores amplamente ovadas e hastadas ou sub-hastadas, conadas e auriculadas na base; folhas superiores ovado-lanceoladas, sem lóbulos e base hastada; superfícies superior e inferior densamente pubescentes. Sinflorescência terminal, composta por 1-5 ramos, cada um com 3 capítulos; pedúnculos densamente pilosos; filários 5, 1-seriados, ovados. Corolas amarelas a laranja vivo; floretes femininos, com 2 ou 3 dentes, consoante o clone, lâmina com cerca de 12 × 7 mm; floretes masculinos, com cerca de 7 mm. Aquénios imaturos de cor púrpura, tornando-se castanhos escuros ou pretos na maturidade. Fl. Jun-Set. (World Flora Online)

👨‍🍳Receitas: Batata yacon com queijo de amêndoas, salada de yacon com maionese de castanha, salpicão com batata yacon sem ovos e sem maionese, Salada de batata yacon, Purê de batata yacon, Leite de coco com batata yacon e maracujá, Suco de maçã com batata yacon (Receitaria)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: batata-yaconpancSmallanthus sonchifoliusyacon

VINAGREIRA

02/09/2024 12:50

Nome científico: Hibiscus acetosella 

Outros nomes populares: Groselheira; quiabo-roxo. 

Família botânica: Malvaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Arbustiva 

Parte comestível – método de preparo

     

Folha – in natura 

Flor – in natura 

Fruto – in natura

🍃Identificação botânica:Arbusto, 1-2 m; caules muito esparsamente pubescentes com tricomas geralmente simples, depois glabrescentes, sem espinhos; estípulas 0,5 -1,2 cm. Folhas avermelhadas, 3.5 – 9 X 2 -10.5 cm, ovadas a orbiculares, cuneiformes a arredondadas na base, subagudas a obtusas no ápice, digitiformes 3 – 5-partidas, ou grosseiramente crenuladas, glabrescentes na face superior, com um nectário linear um pouco acima da base da nervura mediana na face inferior. Infls. com pedicelos de cerca de 10 mm. Fls. com brácteas caliciformes 8 -10, mais curtas que o cálice, linear-lanceoladas, bifurcadas, esparsamente ciliadas; cálice avermelhado, 15 – 20 mm, híspido, marginalmente acosti- lado, com um nectário discreto na nervura mediana de cada lóbulo; pétalas amarelas ou vermelhas com base escura, 20 – 40 mm. Frs. ca. 2 cm, ovóides, amplamente bicudos, esparsamente estrelados-pubescentes; sementes ca. 4 mm, angulosas, papilosas. (World Flora Online)

👨‍🍳Receitas: Arroz com vinagreira (Jardim Comestível)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: groselheiraHibiscus acetosellapancquiabo-roxovinagreira

UVAIA

02/09/2024 12:49

Nome científico: Eugenia pyriformis 

Outros nomes populares: Uvalha; uvalha-do-campo. 

Família botânica: Myrtaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Arbórea; Arbustiva; Subarbustiva.

Parte comestível – método de preparo

     

Folha – cozinhar

Fruto – in natura

🍃Identificação botânica: Subarbusto, arbusto a árvore 0.2–20 m; tricomas simples, esbranquiçados, cinéreos a castanhos. Caule com ritidoma descamante; ramos jovens acinzentados a marrons claros, pubescentes a velutinos; entrenós 1.3–2.3 cm compr. Folha linear, estreito–elíptica, elíptica a lanceolada, 1.3–9.8 × 0.6–3.2 cm, razão foliar 2–29: 1, membranácea, cartácea a subcoriácea, pubérula, esparsamente pubérula a glabra na face adaxial, glabra, pubérula, serícea a tomentosa na face abaxial; ápice acuminado, agudo a arredondado, às vezes retuso; base cuneada a arredondada, às vezes um pouco assimétrica; nervura central levemente sulcada na base se tornando plana em direção ao ápice na face adaxial, saliente na face abaxial, glabra a pubérula na face adaxial, esparsamente pubérula a densamente pubescente na face abaxial, 11–18 pares de nervuras laterais, divergindo em ângulos de 55o–72o, nervura marginal simples, distante 0.5–3.9 mm da margem; glândulas pouco salientes em ambas as faces; pecíolo cilíndrico ou com a face adaxial plana, 1.3–4.7 mm compr. × 0.5–0.9 mm diâm, velutino. Inflorescência dicásio ou flor isolada, podendo chegar a um dicásio composto com ramos de até segunda ordem, 1–12 flores, flor central das tríades séssil, pedúnculo 22.5–46 mm compr., raque de primeira ordem 14–18.7 mm compr., raque de segunda ordem 7.8–12.4 mm compr.; pubescente a esparso-serícea. Botão floral piriforme, 4.1–6.3 mm compr. × 3–5 mm diâm.; brácteas lineares ou foliáceas e obovadas, 2.2–10.2 mm compr., pubérulas a pubescentes, decíduas; pedicelo 0–37.4 mm compr., pubérulo a esparso-seríceo; bractéolas lineares a oblanceoladas, 1.1–3.9 mm compr., livres entre si, densamente pubescentes, normalmente decíduas no botão floral, ocasionalmente após a antese; hipanto velutino; lobos do cálice 4, desiguais, dois maiores e dois menores, oblongos a triangulares, ápice truncado, truncado–retuso ou agudo, 1.7–3.7 × 2.1–3.6 mm, glabrescentes, pubescente-seríceos na face adaxial, pubescentes a velutinos na face abaxial, margem ciliada, persistentes; pétala branca a creme, elíptica a espatulada, ápice arredondado a agudo, 3.7–8.2 mm compr., glabras na face adaxial, seríceas na face abaxial, glândulas esparsas e pouco salientes; disco estaminífero glabro a velutino, região entre o disco estaminífero e a base do estilete velutina, estames 134–188, filetes 2.8–5.8 mm compr., glabros, anteras elípticas a cordiformes, glândula apical presente; estilete 3.5–7.9 mm compr., glabro ou seríceo nos dois terços proximais, estigma puntiforme papiloso; ovário 2-locular, 2–9 óvulos por lóculo, lóculos velutinos. Fruto globoso a oblato, amarelos a alaranjados quando maduros, 15.9–32.8 mm compr. × 18.6–32.8 mm diâm., velutino, glândulas não visíveis; semente 1–3, testa membranácea a crustácea; embrião depresso globoso, glândulas não vistas, cotilédones desiguais, livres entre si ou parcialmente soldados. (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Beijinho de uvaia (Pág. 640) (Biodiversidade brasileira: sabores e aromas); Curau com uvaia (Pág. 652) (Biodiversidade brasileira: sabores e aromas); Filé suíno com molho de uvaia (Pág. 740) (Biodiversidade brasileira: sabores e aromas)

Referência

KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre, RS. 2007. 590 f. Tese (Doutorado) – Curso de Agronomia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007

Tags: Eugenia pyriformispancuvaiauvalha

UVA-DO-JAPÃO

02/09/2024 12:47

Nome científico: Hovenia dulcis 

Outros nomes populares: Uva-japonesa; uva-chinesa; mata-fome. 

Família botânica: Rhamnaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Arbórea. 

Parte comestível – método de preparo

     

Fruto – in natura

 

🍃Identificação botânica: Árvore com 10- 15 (-25) m de altura e 20-40 (-50) cm de DAP (diâmetro à altura do peito); caducifólia; ramificação dicotômica, ramos pubescentes quando jovens; casca lisa a levemente fissurada, pardo-escura a cinza-escura. Folhas simples, alternas, curto-pecioladas, ovadas, acuminadas, ligeiramente oblíquas na base, margem serradas, 3-nervadas, 10- 15  x 7- 12 cm, glabras na face adaxial, ligeiramente pubescentes na abaxial; estípulas lanceoladas, pilosas, caducas. Flores bissexuadas, pequenas, branco-esverdeadas a creme, numerosas, dispostas em cimeiras axilares, raramente terminais, de até 10 cm de comprimento. Fruto cápsula globosa seca, 6- 7 mm de diâmetro; pedúnculo cor de canela, espesso e carnoso quando maduro, com sabor doce e agradável; sementes 2- 4, circulares, 4- 8 mm de diâmetro, alaranjadas ou avermelhadas quando recém-colhidas, passando para castanhas ou pretas com o tempo. (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Geleia de uva-do-japão (Receitas da Margô)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: Hovenia dulcispancuva-do-japãouva-japonesa