INGÁ-FEIJÃO

29/08/2024 16:20

Inga marginataNome científico: Inga marginata 

Outros nomes populares: Ingá-mirim; ingá-beira-de-rio. 

Família botânica: Fabaceae 

Origem: Nativa

Hábito de crescimento: Arbórea

Parte comestível – método de preparo

     

Fruto – in natura 

Semente – cozinhar 

🍃Identificação botânica: Árvores 3-15 m; ramos cilíndricos, puberulentos, seríceos ou tomentosos. Folhas com estípulas 8-12×1mm, elípticas ou falciformes, caducas; pecíolo 0,3-2,2cm, marginado, pubescente; raque foliar 2-12cm, marginada ou alada, pubescente; folíolos 2(-3) pares, folíolos terminais 5-16×1,2-6cm, elípticos ou lanceolados, ápice acuminado, agudo ou caudado, base aguda, atenuada ou assimétrica, faces adaxial e abaxial glabrescentes ou glabros; apêndice terminal 0,5-0,9cm, filiforme, caduco; nectários sésseis ou subsésseis, pateliformes ou cupuliformes, circulares. Inflorescência espiciforme, fasciculada, ramiflora axilar, 1-2 por axila; pedúnculo 0,1-2,5cm; raque floral 4-10cm; brácteas 0,9-3,2×0,5mm, espatuladas, persistentes. Flores sésseis; cálice campanulado, 5 sépalas, 1-1,8mm, puberulento; corola infundibuliforme, 5 pétalas, 4,2-5,5mm, brancas, glabra a puberulenta no ápice; estames 29-48 estames, 10-15mm, tubo estaminal 6-7mm, exserto, brancos; gineceu 1-carpelar, ovário séssil, 6-10 óvulos, glabro. Legume 6-12×1-2cm, linear, subcilíndricos, face aberta, glabrescente, margens não expandidas, coriáceo. 6-10 sementes, 9-10×6-7 mm, elípticas, sarcotesta pouco desenvolvida.

👨‍🍳Receitas: Sorvete de ingá (I Love Flores).

Referência

KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre, RS. 2007. 590 f. Tese (Doutorado) – Curso de Agronomia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007.

Tags: Inga marginataingá-beira-de-rioingá-feijãoIngá-mirimpanc

INGÁ-DE-METRO

29/08/2024 16:17

Inga edulisNome científico: Inga edulis 

Outros nomes populares: Ingá-cipó; ingá-macarrão; ingá-doce; ingá-rabo-de-mico.

Família botânica: Fabaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Arbórea

Parte comestível – método de preparo

     Inga edulis

Fruto – in natura 

Semente – torrar/triturar

 

 

 

🍃Identificação botânica: Caule: forma dos ramo(s) anguloso(s); indumento tomentoso(s); lenticela(s) presente(s). Folha: estípula(s) caduca(s); estípula(s) forma filiforme(s); pecíolo(s) da folha(s) cilíndrico(s); raque foliar alada(s); número depares de folíolo(s) 4/5/6; nectário(s) séssil(eis); forma dos nectário(s) cupuliforme(s). Inflorescência: tipo de inflorescência(s) espiciforme. Flor: forma do cálice(s) tubuloso(s); pedicelo(s) da flor(es) séssil(eis). Fruto: consistência das valva(s) lenhosa(s); forma do fruto(s) cilíndrico(s); indumento do fruto(s) tomentoso(s). (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Bolo de sementes de ingá-de-metro (Oeste Mais); Sorvete de ingá, Mousse de ingá (Tudo Ela)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014. 

Tags: Inga edulisingá-cipóingá-de-metroinga-macarrão

DIVULGAÇÃO VAGAS REMANESCENTES – NETI-UNAPI

16/08/2024 20:37

📢 O NETI-UNAPI divulga que, na próxima segunda-feira (19/08), estarão abertas as inscrições nas atividades de extensão oferecidas à comunidade com idade de 50 anos ou mais. As atividades, que incluem Inglês, Francês, Curso de Língua e Cultura Italiana, oficinas culinárias (Nutrição é na cozinha!), Dançaterapia, Oficina de teatro, entre outras, serão ofertadas no segundo semestre de 2024.

As inscrições começam no dia 19/08, às 09h, e vão até dia 20/08, às 23h59.

Para mais informações, acesse o site https://neti.ufsc.br/2024/08/16/divulgacao-das-atividades-de-extensao-etapa-vagas-remanescentes-edital-.05neti-unapiproex2024-2/ ou o EDITAL. 

HIDROCOTILES

16/08/2024 12:49

 


Nome científico: Hydrocotyle bonariensis 

Outros nomes populares: Erva-do-capitão; chapéu-de-cobra. 

Família botânica: Araliaceae 

Origem: Nativa

Hábito de crescimento: Herbácea

Parte comestível – método de preparo

     

Folha – cozinhar

*Consumir com moderação

🍃Identificação botânica: Caule: indumento glabro(s). Folha: inserção(ções) peciolar(es) peltada(s); indumento do pecíolo(s) glabro(s); forma da lâmina(s) reniforme(s)/orbicular(es); forma dos lobo(s) da lâmina(s) truncado(s)/depresso(s) ovado(s); margem(ns) da lâmina(s) crenada(s); número de nervura(s) primária(s) na(s) lâmina(s) maior(es) que 10; indumento na(s) face(s) adaxial da lâmina(s) glabro(s); indumento na(s) face(s) abaxial da lâmina(s) glabro(s). Inflorescência: tipo de inflorescência(s) verticilada(s); indumento do pedúnculo(s) glabro(s). Flor: flor(es) pedicelada(s). Fruto: base do fruto(s) emarginada(s)/cordada(s); larg. do mericarpo(s) em relação ao estilete(s) maior; forma dos mericarpo(s) em seção transversal(ais) triangular(es); indumento do mericarpo(s) glabro(s). (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Folha utilizada para finalização de pratos (Matos de Comer)

Referência

KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre, RS. 2007. 590 f. Tese (Doutorado) – Curso de Agronomia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007.

Tags: chapéu-de-cobraerva-do-capitãohidrocolitesHydrocotyle bonariensispanc

HIBISCO

16/08/2024 12:46

Nome científico: Hibiscus sabdariffa 

Outros nomes populares: Vinagreira; rosela; groselha; groselheira; caruru-azedo; quiabo-azedo. 

Família botânica: Malvaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Arbustiva

Parte comestível – método de preparo

     

Folha – in natura 

Flor – in natura

🍃Identificação botânica: Ervas anuais, erectas, até 2 m de altura; caules arroxeados, robustos, glabros. Estípulas filiformes, ca. 1 cm, esparsamente vilosas; pecíolo 2-8 cm, esparsamente viloso; lâmina foliar dimórfica; lâminas na parte proximal do caule ovadas, as da parte distal do caule palmadas com 3 lóbulos, lóbulos lanceolados, 2-8 × 0,5-1,5 cm, base arredondada ou amplamente cuneada, margem serrilhada, ápice obtuso ou acuminado, glabro; nervuras basais 3-5, glandulíferas ao longo da nervura mediana na superfície abaxial. Flores solitárias, axilares, subsésseis. Lóbulos do epiciclo 8-12, vermelhos, lanceolados, conados na base, 5-15 × 2-3 mm, esparsamente hirsutos, com um apêndice espinhoso perto do ápice. Cálice purpúreo, em forma de taça, conado em ca. 1/3 do comprimento, cerca de 1 cm de diâmetro, carnudo, esparsamente espinhoso e grosseiramente peludo, lóbulos 5, triangulares, 1-2 cm, acuminados. Corola amarela com centro vermelho escuro, 6-7 cm de diâmetro. Cápsula ovoide-globosa, com cerca de 1,5 cm de diâmetro, densamente pilosa. Sementes reniformes, glabras. Fl. verão-outono. (World Flora Online)

👨‍🍳Receitas: Cuxá (Jéssica Felizardo)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014. 

Tags: caruru-azedogroselheirahibiscoHibiscus sabdariffaquiabo-azedoroselavinagreira

HIBISCO

16/08/2024 12:44

Nome científico: Hibiscus rosa-sinensis 

Outros nomes populares: Mimo-de-Vênus; hibisco-da-China; graxa-de-estudante; papoula. 

Família botânica: Malvaceae 

Origem: Exótica

Hábito de crescimento: Arbustiva

Parte comestível – método de preparo

     

Folha – in natura 

Flor – in natura

🍃Identificação botânica: Arbustos de folha perene, de 1-3 m de altura. Ramos teretos, esparsamente estrelados e pilosos. Estípulas filiformes, 5-12 mm, pilosas; pecíolo 5-20 mm, viloso; lâmina foliar ampla ou estreitamente ovada, não lobada, 4-9 × 2-5 cm, papeada, pilosa nas nervuras apenas abaxialmente, base arredondada ou cuneiforme, margem dentada ou lobada, ápice acuminado. Flores solitárias, axilares nos ramos superiores, geralmente pendentes, simples ou duplas. Pedicelo 3-7 cm, esparsamente estrelado, piloso ou quase glabro, articulado perto do ápice. Lóbulos do epiciclo 6-7, filiformes, conados na base, 8-15 mm, esparsamente estrelados, de ápice obtuso ou agudo. Cálice campanulado, ca. 2 cm, estrelado puberulento, lóbulos 5, ovados a lanceolados. Corola vermelho-rosada, avermelhada ou amarelo-alaranjada, em forma de funil, 6-10 cm de diâmetro, frequentemente dupla; pétalas obovadas, pilosas abaxialmente, ápice arredondado. Coluna estaminal 4-8 cm, glabra. Ramos estilares 5. Cápsula ovoide, ca. 2,5 cm, glabra, ápice bicudo. Fl. durante todo o ano. (World Flora Online)

👨‍🍳Receitas: Salada de flores de hibisco (Pág. 7) (Comida Ecológica)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: hibiscohibisco-da-chinaHibiscus rosa-sinensismimo-de-vênuspanc

GUAMIRIM

16/08/2024 12:43

Nome científico: Eugenia catharinensis Eugenia Catharinensis -- Earthpedia plant

Outros nomes populares: Cabeludinha-de-Santa-Catarina; guamirim-da-folha-miúda.

Família botânica: Myrtaceae 

Origem: Nativa

Hábito de crescimento: Arbórea

Parte comestível – método de preparo

     

Fruto – in natura

🍃Identificação botânica: Folha: forma oval(ais); base cordiforme(s); ápice(s) acuminado(s); textura cartácea(s); margem(ns) plana(s); margem(ns) cartilaginosa(s) ausente(s); nervura-central adaxial sulcada(s); nervura-marginal 1. Inflorescência: tipo glomérulo(s); bráctea(s) persistente(s). Flor: bractéola(s) persistente(s) não vistosa(s); hipanto liso(s) piloso(s); cálice(s) no botão-floral aberto(s); sépala(s) 4; pétala(s) 4. Fruto: formato globoso(s)/elipsoide; superfície(s) lisa(s); bractéola(s) persistente(s) não vistosa(s). Semente: número desconhecido(s); embrião desconhecido(s). (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Geleia de guamirim (Receitas da Margô)

Referência

REITZ, R. Flora Ilustrada Catarinense: mirtáceas. Itajaí: Herbário Barbosa Rodrigues, 1997.

Tags: cabeludinha de santa catarinaEugenia catharinensisguamirimguamirim da folha miúdapanc

GUABIROBA-LISA

16/08/2024 12:40

Nome científico: Campomanesia xanthocarpa Muda de Gabiroba (Campomanesia xanthocarpa) - Click Mudas

Outros nomes populares: Guaviroveira; gabiroba; guabiroba-da-mata. 

Família botânica: Myrtaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Arbórea

Parte comestível – método de preparo

     

Fruto – in natura

🍃Identificação botânica: Árvores; ramos novos glabros ou puberulentos. Lâminas foliares glabras; cobertas esparsamente por glândulas; planas, lisas ou buladas, não rugosas; face adaxial puberulenta ao longo das nervuras, nervação perceptível; ápice agudo, acuminado, obtuso ou arredondado. Brácteas naviculares; bractéolas em comprimento menor que o do hipanto; hipanto sem expansão ao seu redor; sépalas (lobos do cálice) cobertas esparsamente por glândulas, iguais ou desiguais entre si, naviculares ou não, não reflexas; pétalas cobertas esparsamente por glândulas. Frutos subglobosos, glandulares, lisos; sépalas (lobos do cálice) persistentes não reflexas. (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Salada de lentilha com guabiroba (Pág. 730) (Sabores e Aromas); Sobrecoxa ao molho de guabiroba (Pág. 748) (Sabores e Aromas); Brownie de guabiroba (Pág. 782) (Sabores e Aromas)

Referência

KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre, RS. 2007. 590 f. Tese (Doutorado) – Curso de Agronomia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007.

Tags: Campomanesia xanthocarpagabirobaguabiroba-lisaGuaviroveirapanc

GUABIROBA-DA-PRAIA

15/08/2024 17:52

Nome científico: Campomanesia littoralis Fotos de Guabiroba-da-praia (subespécie Campomanesia xanthocarpa littoralis)  · BioDiversity4All

Família botânica: Myrtaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Arbórea; Arbustiva; Subarbustiva.

Parte comestível – método de preparo

     

Fruto – in natura

🍃Identificação botânica: Árvores ou arbustos; ramos novos glabros ou puberulentos. Lâminas foliares glabras; cobertas esparsamente por glândulas; planas, buladas, não rugosas; face adaxial glabra ou puberulenta, ao longo das nervuras, nervação perceptível; ápice agudo ou obtuso (raro acuminado). Brácteas não observadas; bractéolas em comprimento maior que o do hipanto; hipanto sem expansão ao seu redor; sépalas (lobos do cálice) cobertas esparsamente por glândulas, iguais entre si, não naviculares, não reflexas; pétalas cobertas esparsamente por glândulas. Frutos subglobosos, glandulares, lisos; sépalas (lobos do cálice) persistentes não reflexas. (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Frutos usados para fazer geleia, sorvetes e licores (Colecionando Frutas)

Referência

REITZ, R. Flora Ilustrada Catarinense: mirtáceas. Itajaí: Herbário Barbosa Rodrigues, 1969.

 

Tags: Campomanesia littoralisguabiroba da praiapanc

GUABIROBA-CRESPA

15/08/2024 17:50

Nome científico: Campomanesia reitziana Muda de Gabiroba-Crespa - Campomanesia reitziana

Outros nomes populares: Guabirobeira; guabiroba-de-reitz; guabiroba-morango.

Família botânica: Myrtaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Arbórea

Parte comestível – método de preparo

     

Fruto – in natura

🍃Identificação botânica: Árvores; ramos novos puberulentos. Lâminas foliares glabras; cobertas esparsamente por glândulas; planas, buladas, rugosas; face adaxial puberulentas ao longo das nervuras, nervação perceptível; ápice acuminado. Brácteas naviculares; bractéolas em comprimento menor que o do hipanto; hipanto sem expansão ao seu redor; sépalas (lobos do cálice) cobertas esparsamente por glândulas, iguais entre si, não naviculares, não reflexas; pétalas cobertas esparsamente por glândulas. Frutos globosos, glandulares lisos; sépalas (lobos do cálice) persistentes não reflexas. (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Suco de guabiroba, geleia de guabiroba, sorvete de guabiroba, licor de guabiroba, filé de panga ao molho de guabiroba, bolo de guabiroba, pãozinho nó de guabiroba (Receiteria)

Referência

REITZ, R. Flora Ilustrada Catarinense: mirtáceas. Itajaí: Herbário Barbosa Rodrigues, 1969.

Tags: Campomanesia reitzianaguabiroba-crespaguabiroba-de-reitzGuabirobeirapanc