CASTANHA-DO-MARANHÃO

09/08/2024 15:02

Nome científico: Pachira glabra Pachira glabra

Outros nomes populares: Cacau-do-Maranhão; castanha-da-praia. 

Família botânica: Malvaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Arbórea

Parte comestível – método de preparo

     

Semente – cozinhar

🍃Identificação botânica: Folha: articulação(ções) dos folíolo(s) folíolo(s) articulado(s); consistência dos folíolo(s) cartáceo(s); cor da face(s) abaxial do folíolo(s) discolor(es); número de folíolo(s) 5 a(s) 7. Flor: forma do cálice(s) quando seco(s) mais larga que longa ( geralmente turbinada(s) ); face(s) externa(s) do cálice(s) com tricoma(s) alongado(s) e / ou ramificado(s); organização do androceu tubo estaminal(ais) dividido(s) em feixe(s); indumento do tubo estaminal(ais) sem tricoma(s) alongado(s)/com tricoma(s) alongado(s); cor dos filete(s) distalmente na(s) antese branco. Fruto: forma do fruto(s) globoso(s) a(s) subgloboso(s); cor do exocarpo do fruto(s) maduro(s) castanho a marrom; presença de paina(s) quase ausente(s) / inconspícua(s); cor da paina(s) branco. Semente: diâm. (mm) das semente(s) maior(es) que 14 mm; forma das semente(s) fortemente angulosa(s). (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Cookies de castanha-do-maranhão (Petit Chef)

Referência

PFAF. Plants For A Future Database. Disponível em: . Acesso em: 24 ago. 2023.

Tags: cacau do maranhãocastanha do maranhãoHortoPachira glabrapancplanta alimentícia

CARURU

09/08/2024 14:58

Nome científico: Amaranthus viridis Amaranthus viridis (Slender Amaranth)

Outros nomes populares: Caruru-de-mancha; caruru-verde. 

Família botânica: Amaranthaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Herbácea 

Parte comestível – método de preparo

     

Folha – cozinhar 

Semente – cozinhar

🍃Identificação botânica: Planta monóica, glabra. Caule ereto, simples ou ramificados, 0.2-0.8(-1) m. Folhas com pecíolos com a metade até 1 ½ maior o comprimento da lâmina, lâmina rômbico-ovada ou ovada, 1-7 × 0.5-5 cm, base arredondada, cuneada ou atenuada, margem inteira, plana, ápice obtuso, arredondado ou emarginado, mucronado. Florescências esverdeadas. Brácteas das flores pistiladas ovadas a lanceoladas, ca. 1 mm compr., menor que o comprimento das tépalas. Flor pistilada com 3 tépalas, elípticas, obovado-elípticas ou espatuladas mais ou menos iguais entre si, 1.0-1.5 mm compr., ápice arredondado ou quase agudo, mucronado ou não, estigmas 3, estilete ereto. Flor estaminadas inconspícua, reunidas principalmente no ápice das florescências, tépalas 3, estames 3. Utrículos ovoides, (1-)1.5-2.0 mm compr., na mesma altura ou um pouco acima da altura das tépalas, pericarpo proeminentemente ou fracamente rugosos, indeiscente. Sementes negras ou marrom-escuras, subglobosas a levemente lenticulares, testa minuciosamente punctulada. (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Omelete de caruru (Tua Saúde); Torta de PANC (Tua Saúde); Sal de caruru (Nutrir)

Referência

RANIERI, G. Matos de Comer: identificação de plantas comestíveis. São Paulo: Ed. do Autor, 2021 

Tags: Amaranthus viridiscarurucaruru de manchaHortopancplanta alimentícia

CARAGUATÁ

09/08/2024 14:55

Nome científico: Bromelia antiacantha BUTZKE AGRÍCOLA E FLORESTAL - TAIÓ/SC: Bromelia antiacantha (Gravatá)

Outros nomes populares: Gravatá-da-praia; naná-de-raposa; bananinha-do-mato; gravatá. 

Família botânica: Bromeliaceae

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Herbácea

Parte comestível – método de preparo

     

Fruto – in natura

🍃Identificação botânica: Folha: bainha(s) face(s) abaxial indumento panoso(s); bainha(s) face(s) adaxial indumento panoso(s); forma da bainha(s) oval(ais); pecíolo(s) ausente(s); forma da lâmina(s) da folha(s) linear(es). Inflorescência: com pedúnculo(s) emersa(s) a(s) roseta(s) foliar(es); do tipo racemo(s); tamanho da bráctea(s) primária(s) maior(es) que os ramo(s)/menor que os ramo(s). Flor: tamanho da bráctea(s) floral(ais) diminuta(s); forma da bráctea(s) floral(ais) lanceolada(s); margem(ns) da bráctea(s) floral(ais) inteira; pedicelo(s) presente(s); forma da sépala(s) oval(ais); simetria da sépala(s) simétrica(s); indumento da sépala(s) flocoso(s); margem(ns) da sépala(s) inteira; sépala(s) livre(s); forma da pétala(s) oblonga(s); ápice(s) da pétala(s) cuculado(s)/ereto(s)/reflexo(s); cor da pétala(s) roxa. (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Geleia de caraguatá: Corte os frutos em rodelas e triture com a casca. Adicione um copo de água e coe para a eliminação das sementes e do bagaço. Adicione o açúcar na proporção 1:1. Adicione maça ou pectina para dar consistência. Cozinhe em fogo baixo até atingir o ponto desejado (KINUPP; LORENZI, 2014)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: Bromelia antiacanthaGravatá da praiaHortopancplanta alimentícia

CARÁ-MOELA

09/08/2024 13:49

Nome científico: Dioscorea bulbifera Inhame - Dioscorea bulbifera (Cuidado, Características, Invasivo, Imagens)

Outros nomes populares: Cará-do-ar; batata-do-ar. 

Família botânica: Dioscoreaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Trepadeira

Parte comestível – método de preparo

     

Rizoma – cozinhar/fritar/assar 

Bulbilho – cozinhar/fritar/assar

🍃Identificação botânica: Raiz: tubérculo(s) presente(s); raiz(es) tuberosa(s) ausente(s); forma do tubérculo(s) discoide(s)/lobado(s)/cilíndrico(s). Caule: caule(s) aéreo anual; basal(ais) inerme(s). Folha: filotaxia alterna(s); lâmina(s) inteira; indumento ausente(s). Inflorescência: inflorescência(s) estaminada(s) simples; raque da inflorescência(s) estaminada(s) ramificada(s); tipo de inflorescência(s) secundária(s) ou primária(s) estaminada(s) racemo(s). Flor: pedicelo(s) na(s) flor(es) estaminada(s) presente(s); número de estame(s) na(s) flor(es) estaminada(s) 6; organização dos estame(s) na(s) flor(es) estaminada(s) livre(s); rudimento(s) do pistilo(s) na(s) flor(es) estaminada(s) presente(s) e tripartido(s); organização dos estilete(s) na(s) flor(es) pistilada(s) em coluna(s); número de estaminódio(s) na(s) flor(es) pistilada(s) 6; organização dos estigma(s) na(s) flor(es) pistilada(s) bífido(s). Fruto: forma das cápsula(s) alongada(s). Semente: forma das ala(s) alongada(s). (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Caldo Verde com Cará-Moela (Pág. 26) (Oficina PANC iniciação culinária); Nhoque de Cará-Moela (Pág. 27) (Oficina PANC iniciação culinária); Bolo de Chocolate com Cará-Moela (Pág. 28)  (Oficina PANC iniciação culinária)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: cará do arcará moelaDioscorea bulbiferaHortopancplanta alimentícia

CARÁ-DA-TERRA

09/08/2024 13:47

Nome científico: Dioscorea alata Inhame-São-Tomé (Dioscorea alata) · BioDiversity4All

Outros nomes populares: Cará-roxo; cará-de-asa; cará-roxo-do-ar. 

Família botânica: Dioscoreaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Trepadeira

Parte comestível – método de preparo

     

Rizoma – cozinhar/ fritar/ assar

🍃Identificação botânica: Raiz: tubérculo(s) presente(s); raiz(es) tuberosa(s) ausente(s); forma do tubérculo(s) cilíndrico(s). Caule: caule(s) aéreo anual; basal(ais) inerme(s). Folha: filotaxia alterna(s)/oposta(s); lâmina(s) inteira; indumento ausente(s). Inflorescência: inflorescência(s) estaminada(s) simples; raque da inflorescência(s) estaminada(s) não ramificada(s); tipo de inflorescência(s) secundária(s) ou primária(s) estaminada(s) espiga(s). Flor: pedicelo(s) na(s) flor(es) estaminada(s) ausente(s); número de estame(s) na(s) flor(es) estaminada(s) 6; organização dos estame(s) na(s) flor(es) estaminada(s) livre(s); rudimento(s) do pistilo(s) na(s) flor(es) estaminada(s) ausente(s); organização dos estilete(s) na(s) flor(es) pistilada(s) em coluna(s); número de estaminódio(s) na(s) flor(es) pistilada(s) 6; organização dos estigma(s) na(s) flor(es) pistilada(s) inteiro. Fruto: forma das cápsula(s) oblata(s). Semente: forma das ala(s) circular(es). (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Purê de cará com bacon (Tudo Gostoso); Purê de cará (Cozinha da Márcia)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: cará da terracará de asaDioscorea alatapancplanta alimentícia

CAPUCHINHA

09/08/2024 13:45

 Nome científico: Tropaeolum majus Tropaeolum majus (Nasturtium)

Outros nomes populares: Chaguinha; capuchinha-grande; mastruço-do-peru; nastúrcio. 

Família botânica: Tropaeolaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Herbácea

Parte comestível – método de preparo

     

Caule – cozinhar 

Folha – in natura 

Flor – in natura 

Fruto – conserva 

Semente – condimento

🍃Identificação botânica: Caule glabro. Folha simples, lâmina inteira 1,8–9 x 2–11,5 cm, orbicular, face abaxial pubescente. Flor com cálcar reto ou levemente curvado, 1,8–2,5cm de comprimento; cálice amarelo, sépalas lanceoladas, sépalas superiores 1,0–1,6 x 0,4–0,8cm, sépalas inferiores 1–1,8 x 0,4–0,8cm; corola laranja, amarela ou vermelha em diversas tonalidades, pétalas obovais, ápice arredondado.  (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Pesto de capuchinha (USP); Salada de capuchinha (Tudo Gostoso)

Monografia da Planta Medicinal 

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: capuchinhachaguinhapancplanta alimentíciaTropaeolum majus

CAPIM-CIDREIRA

09/08/2024 13:39

Nome científico: Elionurus muticus SiSTSP – Capim-carona (Elionurus muticus) – Horto Escola Tudo Sobre Plantas

Outros nomes populares: Capinzinho-cidreira; capim-cidreira-fino; capim-limão-fino; capim-carona. 

Família botânica: Poaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Herbácea

Parte comestível – método de preparo

     

Raiz – cozinhar/ infusionar 

Folha – condimento/ infusionar

🍃Identificação botânica: Gramínea cespitosa de folhas filiformes. (Horto do HU)

👨‍🍳Receitas: As folhas são utilizadas como aromatizantes. (Horto do HU)

Monografia da Planta Medicinal 

Referência

HORTO HU (Horto Didático de Plantas Medicinais do HU/CCS). Capimcidreira-fino. Disponível em: https://hortodidatico.ufsc.br/capimcidreira-fino/. Acesso em: 04 ago. 2023.

 

Tags: capim cidreiracapinzinho-cideiraElionurus muticuspanc

CANA-DO-BREJO

09/08/2024 13:16

Cana-do-brejo (Costus spiralis) · BioDiversity4AllNome científico: Costus spiralis 

Outros nomes populares: Cana-de-macaco; cana-do-mato. 

Família botânica: Costaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Herbácea

Parte comestível – método de preparo

     

Folha* – in natura 

Flor – in natura

*retirar nervura central

*consumir com moderação 

🍃Identificação botânica: Caule: ramificação(ções) caulinar(es) ausente(s). Folha: forma da lâmina(s) elíptica(s); forma da lígula(s) truncada(s); pilosidade da bainha(s) glabra(s)/pilosa(s). Inflorescência: apêndice(s) foliáceo(s) na(s) bráctea(s) ausente(s); cor da face(s) externa(s) da bráctea(s) vermelha; cor da face(s) interna(s) da bráctea(s) verde/vermelha; consistência da bráctea(s) coriácea(s). Flor: cor da corola branca/vermelha; cor do labelo vermelho; pilosidade da corola glabra(s). (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Molho picante de cana do brejo (Nutrir)

Referência

SARTORI, V. C. Plantas Alimentícias Não Convencionais-PANC: resgatando a soberania alimentar e nutriciona. Caxias do Sul: Editora da Universidade de Caxias do Sul, 2020. Disponível em: https://www. ucs.br/site/midia/arquivos/ebook-plantas-alimenticias.pdf. Acesso em: 02 ago. 2023

Tags: cana de macacocana-do-brejocanoa do matoCostus spiralispancplanta alimentícia

CANA-DO-BREJO-BIRI

09/08/2024 12:44

Cana-da-índia (Canna indica) · BioDiversity4AllNome científico: Canna indica 

Outros nomes populares: Ararutão; aquira; cana comestível; achira. 

Família botânica: Cannaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Herbácea 

Parte comestível – método de preparo

     

Rizoma – cozinhar/fritar/ assar/triturar

🍃Identificação botânica: Caule: rizoma(s) curto(s) tuberoso(s). Folha: costa(s) plana(s); pulvino(s) ausente(s). Inflorescência: ramificação(ções) da inflorescência(s) ramificada(s). Flor: tamanho da flor(es) maior(es) que 4 cm; cor das pétala(s) vermelha/laranja; margem(ns) das pétala(s) plana(s); margem(ns) do estaminódio(s) recurvado(s); número de estaminódio(s) maior(es) que 1. (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Rizoma de cana-do-brejo-biri cozido e frito

Corte o rizoma em pedaços e cozinhe com a casca na panela de pressão até ficarem macios. Escorra e descasque os rizomas. Podem ser consumidos cozidos ou na forma de purê. Corte-os em rodelas e frite em óleo quente. Sirva quente polvilhado com sal ou ervas-finas. (KINUPP; LORENZI, 2014)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: aquiraararutãocana comestívelcana do brejo biriHortopancplanta alimentícia

CAMPARI

09/08/2024 12:41

Fotos de Dovyalis hebecarpa · BioDiversity4AllNome científico: Dovyalis hebecarpa 

Outros nomes populares: Groselha-do-Ceilão; abricóda-Flórida. 

Família botânica: Salicaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Arbustiva; Arbórea. 

Parte comestível – método de preparo

     

Fruto – in natura

🍃Identificação botânica: Arbustos de folha perene, com cerca de 2 m de altura, inertes; plantas dióicas. Folhas alternas e espiraladas, lanceoladas, com 68 cm de comprimento e 2,54 cm de largura, ápice pouco acuminado, base inequilateral, obtusa a atenuada, margem inteira (ou subentendida), com marcas pelúcidas limitadas, glândulas basais ausentes, face inferior lanosa, subtrinervada com 2 ou 3 pares de nervos secundários adicionais; estípulas ausentes. Sépalas esverdeadas, quase livres e valvuladas, pétalas ausentes; inflorescências estaminadas sésseis, fascículos sésseis, axilares, brácteas diminutas na base dos pedicelos, sépalas 4 ou 5, 4 mm de comprimento e 3. 5 mm de largura, glândulas do disco diminutas, dispersas entre os estames, estames numerosos (cerca de 35), filamentos livres, cerca de 3 mm de comprimento, sem ovário rudimentar; inflorescências pistiladas de flores solitárias axilares (embora a folha subjacente nem sempre esteja presente), poucas brácteas pequenas na base, sépalas 5 ou 6, 4 mm de comprimento e 2. 5 mm de largura, glândulas do disco fundidas e formando um anel, ovário sucumbente, velutinoso, estilo com 5 (7) ramos, divergentes, estigmas estreitamente multilobados. O fruto é uma baga subglobosa, com 1,54 cm de diâmetro, carnuda, velutinosa, verde que se torna púrpura a castanho-bronze quando madura; sementes com cerca de 10, sem arilo. (World Flora Online)

👨‍🍳Receitas: Licor de campari (Cantinho Passa Tempo)

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014.

Tags: camparidovyalis hebecarpapancplanta alimentícia