BROMÉLIA-CHUP-CHUP

13/03/2024 21:28

Aechmea nudicaulis - Foto_ João Paulo de Maçaneiro

Imagem: João Paulo de Maçaneiro

Nome científico: Aechmea nudicaulis 

Outros nomes populares: Gravatá-de-pedra; caraguatá-de-pedra. 

Família botânica: Bromeliaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Herbácea 

Parte comestível – método de preparo

     

Fruto –   in natura

🍃Identificação botânica: Folha: roseta(s) foliar(es) infundibuliforme(s); bainha(s) foliar(es) desenvolvida(s); textura lâmina(s) foliar(es) cartácea(s); margem(ns) lâmina(s) foliar(es) serreada(s); ápice(s) folha(s) obtuso(s)/acuminada(s). Inflorescência: tipo de inflorescência(s) espiciforme; disposição da inflorescência(s) excedendo a(s) roseta(s) foliar(es); posição do pedúnculo(s) na(s) antese levemente recurvado(s); bráctea(s) envolvendo o pedúnculo(s) esparsamente; raque exposta(s). Flor: pedicelo(s) ausente(s); disposição das flor(es) espiralada(s); sépala(s) livre(s); cor das sépala(s) amarela ou amarelada; simetria das sépala(s) assimétrica(s); ápice(s) das sépala(s) mucronado(s); forma das pétala(s) espatulada(s); cor das pétala(s) amarelada a(s) amarela; apêndice(s) das pétala(s) com ápice(s) fimbriado(s); calosidade(s) das pétala(s) presente(s). (Flora do Brasil).

Aechmea nudicaulis - Foto_ João Paulo de Maçaneiro(1)

Imagem: João Paulo de Maçaneiro

Referência

REITZ, R. Flora Ilustrada Catarinense: bromeliáceas. Itajaí: Herbário Barbosa Rodrigues, 1983.

 

BRINCO-DE-PRINCESA

13/03/2024 21:27

fuschya hibrida - Foto_ Ana Clara Farias

Imagem: Ana Clara Farias

Nome científico: Fuchsia hybrida 

Outros nomes populares: Lágrima; fucsia. 

Família botânica: Onagraceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Arbustiva 

Parte comestível – método de preparo

     

Flor –   in natura 

Fruto –  in natura

🍃Identificação botânica: Flor: sépala(s) unida(s) na(s) base/maior(es) que o tubo floral(ais)/vermelha à rósea; tubo floral(ais) vermelho à róseo; pétala(s) ereta(s)/violeta/extremamente convoluta(s); . Fruto: tipo carnoso(s). (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Farfalle com flores de brinco-de-princesa (Folha de São Paulo)

Referência

RANIERI, G. Matos de Comer: identificação de plantas comestíveis. São Paulo: Ed. do Autor, 2021

BORBOLETEIRA

13/03/2024 21:26

Rotheca myricoides - Foto_ Ana Clara Farias

Imagem: Ana Clara Farias

Nome científico: Rotheca myricoides 

Outros nomes populares: Flor-borboleta; borboleta-azul. 

Família botânica: Lamiaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Arbustiva 

Parte comestível – método de preparo

     

Flor –   in natura

🍃Identificação botânica: Fruto ± preto, 5–6 × 8–10 mm, subgloboso, deprimido, principalmente tetralobado profundamente, glabro. Cálice geralmente totalmente arroxeado ou com margens vermelhas, glabro a peludo; tubo cupular, c. 2,5 mm de comprimento; lobos semicirculares a ovais ou triangulares, 1,2–5 mm de comprimento, bastante arredondados, obtusos ou ± agudos. Flores em cimeiras dichasiais com poucas flores, dispostas em panículas não elaboradas e frouxas a bastante extensas e alongadas, com 6,5–15 (30) cm de comprimento; pedúnculos com 0–7 cm de comprimento, pedúnculos secundários com até 4 cm de comprimento; caules aparentes com 1–2,5 cm de comprimento, mas pedicelos verdadeiros com 3–5 mm de comprimento. Estames e estilete longos e curvados para cima. Corola assimétrica no botão, expandindo-se abruptamente na face anterior, geralmente esverdeada com um ramo branco a azul claro a lilás, o lobo mediano azul escuro; tubo com 5–7 mm de comprimento, pubescente na garganta; lobos desiguais, (0,6)1–1,9(2) cm × (1,5)3,5–7,5 mm, o superior obovado, o inferior espatulado e muito maior que os outros quatro. Folhas opostas ou em espirais de 3–4; lâmina 2–16 (19,5) × 0,4–6 (10) cm, estreita a amplamente elíptica, oval-elíptica ou oblanceolada, oblonga ou obovada, geralmente pequena, mas em cultivo pode atingir grandes dimensões, aguda a acuminada no ápice, cuneada a ± atenuado na base, inteiro a grosseiramente serrilhado, glabro ou pubescente a densamente aveludado peludo, glandular-ponticular abaixo, ± séssil ou pecíolo de até 15 mm de comprimento, com cheiro desagradável quando esmagado. Arbusto de até 3 m de altura, ramificado irregularmente, ou pequena árvore de até 10 m de altura; ramos mais velhos com casca áspera e profundamente fissurada; galhos castanhos claros, estriados ou 4 angulares, vigorosos no centro, glabros a aveludados e peludos. (World Flora Online)

👨‍🍳ReceitasTorta com flores comestíveis (Pág. 13) (Plantas Alimentícias não convencionais)

Rotheca myricoides - Foto_ Ana Clara Farias(1)

Imagem: Ana Clara Farias

Referência

RANIERI, G. Matos de Comer: identificação de plantas comestíveis. São Paulo: Ed. do Autor, 2021

BOCA-DE-LEÃO

13/03/2024 21:23

Antirrhinum majus - Foto_ Dinesh Valke

Imagem: Dinesh Valke

Nome científico: Antirrhinum majus 

Outros nomes populares: Bocas-de-lobo 

Família botânica: Plantaginaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Herbácea 

Parte comestível – método de preparo

     

Flor –   in natura

👨‍🍳Receitas: Utilizar em saladas e para decoração de outros pratos (Sabor de Fazenda). 

Referência

EPAMIG. Flores comestíveis. Disponível em: https://www.epamig.br/blog/ wp-content/uploads/2020/02/flores-comestc3adveis.pdf. Acesso em: 07 ago. 2023.

BERTALHA

13/03/2024 21:22

Anredera cordifolia - Foto_ Harry Rose

Imagem: Harry Rose

Nome científico: Anredera cordifolia 

Outros nomes populares: Bertalha-coração; basela; cipó-babão; folha-santa; trepadeira-mimosa. 

Família botânica: Basellaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Trepadeira

Parte comestível – método de preparo

     

Folha –   cozinhar 

Rizoma – cozinhar/cozinhar+fritar/ cozinhar+refogar 

Bulbilho – cozinhar/cozinhar+fritar/ cozinhar+refogar

🍃Identificação botânica: Caule: bulbilho(s) aéreo presente(s); textura do caule(s) quando maduro(s) verrucoso(s). Folha: consistência da lâmina(s) membranácea(s) a(s) suculenta(s); forma da lâmina(s) reniforme(s)/cordada(s)/ovada(s)/elíptica(s); margem(ns) plana(s) quando seca(s); nervura(s) secundária(s) evidente(s). Inflorescência: consistência do eixo da inflorescência(s) herbáceo(s); ramificação(ções) da inflorescência(s) simples/ramificada(s). Flor: flor(es) odorífera(s) presente(s); bractéola(s) conata(s); pedicelo(s) presente(s); consistência do pedicelo(s) herbáceo(s); cor do perianto(s) na(s) pós-antese ou quando seco(s) castanha escuro; tamanho das sépala(s) menor que as pétala(s); posição das pétala(s) na(s) antese pétala(s) patente(s); cor das antera(s) e do ovário(s) branca a(s) creme; estilete(s) tripartido(s); estigma(s) elipsoide. Fruto: perianto(s) no fruto(s) seco(s); posição do perianto(s) no fruto(s) perianto(s) frouxo(s) patente(s). (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Panqueca de bertalha recheada de bulbilhos ao parmesão (Matos de Comer

Anredera cordifolia - Foto_ Harry Rose(1)

Imagem: Harry Rose

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014. 

BIRIBÁ

13/03/2024 21:19

Annona mucosa - Foto_ Paulo Fernando dos Santos Machado

Imagem: Paulo Fernando dos Santos Machado

Nome científico: Annona mucosa 

Outros nomes populares: Araticum; fruta-do-conde; frutada-condessa. 

Família botânica: Annonaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Arbórea

Parte comestível – método de preparo

     

Fruto –    in natura

🍃Identificação botânica: Árvore 20–25 m alt., ramos e pecíolos densamente cobertos por tricomas simples, adpressos à semieretos, castanhos, se tornando glabros. Folha cartácea, esparsamente coberta por tricomas simples e furcados, ondulados na face adaxial; densamente coberta por tricomas simples e furcados, adpressos e alvos na face abaxial; pecíolo 5–20 mm compr.; lâmina (6–)10–25(–35) × (2–)4–8,5(–13) cm, estreitamente elíptica, raramente elíptica, estreitamente ovada ou estreitamente obovada, base aguda à arredondada, nervuras secundárias levemente curvas à retas, em pares de 13–25, formando um ângulo de 40–60° com a nervura primária. Domácias encontradas em grandes quantidades, porém ausentes em muitos espécimes. Inflorescência, 1–3(–7)-flora; pedicelos densamente cobertos por tricomas simples, adpressos à semieretos, alvos à castanhos, face externa das brácteas e sépalas, sericea, face interna glabra; pedicelos 10–55(–60) mm compr.; brácteas  triangulares à amplamente triangulares, 1–4 mm compr.; flores verdes à creme, amarelas quando maduras in vivo; sépalas livres, estreitamente à amplamente ovado-triangulares, (1,5–)2–5(–7) × (1,5–)3–5(–6)  mm, não gibosas; pétalas externas em formas de pás do hélice, oblongo-ovadas à obovadas, ás vezes circulares, 7–15(–25) × 4–10(–16) × 1–2(–5) mm. Fruto amplamente globoso à ovoide, 2–12(–20) × 2,5–11(–15) cm, amarelo a marrom in vivo, carpídios (30–)50–150. Sementes 7–18 × 5–10(–13) mm. (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Salada de bifun com molho de araticum (pág.90) (Biodiversidade brasileira: sabores e aromas) e Cheesecake de araticum (pág.192) (Biodiversidade brasileira: sabores e aromas)

Annona mucosa - Foto Ong Jyh Seng

Imagem: Ong Jyh Seng

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014. 

BELDROEGÃO

13/03/2024 21:18

Talinum paniculatum - Foto_ Ana Clara Farias

Imagem: Ana Clara Farias

Nome científico: Talinum paniculatum 

Outros nomes populares: Major-gomes; maria-gorda; maria gomes; bredo; língua de vaca; joão gomes. 

Família botânica: Talinaceae 

Origem: Nativa 

Hábito de crescimento: Herbácea 

Parte comestível – método de preparo

     

Folha* – cozinhar/refogar 

Semente** – torrar 

Broto – in natura

* preferencialmente, mas pode consumir crua. 

** utilizada como papoula: em saladas, para empanar pratos diversos, assar sobre pães

🍃Identificação botânica: Inflorescência: número de flor(es) mais de 50; pedúnculo(s) cilíndrico(s). Flor: estame(s) 10 a(s) 15. Fruto: sépala(s) caduca(s). Semente: semente(s) verrucosa(s). (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Tapioquinhas com geleia de hortaliças (pág.98) (Biodiversidade brasileira: sabores e aromas), Terrine de legumes, com macaúba e major-gomes (pág.100) (Biodiversidade brasileira: sabores e aromas e Escaldado de fubá com murici e major-gomes (pág.126) (Biodiversidade brasileira: sabores e aromas).

Talinum paniculatum - Foto_ Ana Clara Farias (1)

Imagem: Ana Clara Farias

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014. 

BELDROEGA

13/03/2024 21:12

Portulaca oleracea

Imagem: Paulo Schwirkowski

Nome científico: Portulaca oleracea 

Outros nomes populares: Caaponga; verdolaga; porcelana; beldroega-da-horta.

Família botânica: Portulacaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Herbácea

Parte comestível – método de preparo

     

Folha –   in natura 

Broto –   in natura

🍃Identificação botânica: Erva com raiz fibrosa; caule geralmente prostrado, muito ramificado; tricomas axilares inconspícuos, pouco abundantes, menores que as folhas, esbranquiçados. Folhas subsésseis, persistente, plana, lâmina 10–25 x 5–10 mm, obovada-espatulada, ápice arredondado a obtuso, glabras. Inflorescência congesta, com 2-6 flores, circundadas por 4-8 folhas involucrais. Flores sésseis; sepalódes 4-6 mm compr., dorso carenado, ápice agudo a acuminado; petalóides 2-4 x 1,5-2 mm; obcordada, amarelas, brancas ou rosa; estames 8-15, filetes 1-1,5 mm, anteras 0,3-0,5 mm; estilete 1-1,5 mm, ?; ramos estigmáticos 5-7. Pixídio séssil, 4-9 mm compr.; opérculo cônico; 2-3 mm alt, ?. Sementes 20-30 por fruto,  0,5–1mm , negras opacas, células estreladas, projeções pouco convexa. (Flora do Brasil)

👨‍🍳Receitas: Sopa de abóbora com beldroega (pág.18) (Oficina cozinhando com PANC). Salada de beldroega e melancia (pág. 19) (Oficina cozinhando com PANC)

Monografia Planta Medicinal

Portulaca oleracea Foto Paulo Schwirkowski

Imagem: Paulo Schwirkowski

Referência

KINUPP, V. F. et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos de Flora, 2014. 

BATATA-COLOMBIANA-MASHUA

13/03/2024 21:10

tropaeolum_tuberosum

Imagem: Michael Hermann

Nome científico: Tropaeolum tuberosum 

Família botânica: Tropaeolaceae 

Origem: Exótica 

Hábito de crescimento: Herbácea 

Parte comestível – método de preparo

     

Raiz* –   cozinhar 

Folha –   in natura 

Flor –   in natura 

*congelar depois de cozida para gosto mais agradável

👨‍🍳 Receitas: Sopa de Mashua (Receta Andinas)

tropaeolum_tuberosum - Foto Andrés Ramírez Barrera

Imagem: Andrés Ramírez Barrera

Referência

PFAF. Plants For A Future Database. Disponível em: <https://pfaf.org/user/Default.aspx>. Acesso em: 24 ago. 2023.

Resultado da seleção de bolsista de extensão no Horto Didático de Plantas Medicinais

01/03/2024 21:17

O Horto Didático de Plantas Medicinais do HU/CCS torna público o resultado da seleção de bolsista de extensão do Edital no 7/2023/PROEX – EDITAL PROBOLSAS 2024. Candidata selecionada: Hamanda Silveira de Souza.

Agradecemos a participação e o interesse de todos os candidatos e convidamos para participar de nosso projeto de extensão como voluntários.